segunda-feira, 30 de junho de 2008

A Lenda de Beowulf (Beowulf, 2007)

Por Bruno Pongas
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Me assustei logo de cara quando fui assistir 'A Lenda de Beowulf'. Estava lá, sentado num banco junto com minha namorada. Ao nosso lado, uma simpática senhora. Quando ela percebeu que conversávamos sobre filme/faculdade, se intrometeu gentilmente no assunto. Nos perguntou que filme assistiríamos e achou legal o fato de sermos 'Jornalistas' porque, afinal, ela também era uma das nossas. Começou a conversar conosco, disse que era uma crítica de cinema e que já havia visto milhões de filmes... blá, blá, blá. Onde eu quero chegar? Enrolei tudo isso para dizer que ela falou muito mal do filme em questão, ao ponto de quase fazer eu me arrepender por ter comprado o ingresso.
Ainda bem que não segui os conselhos da velhinha, pois de ruim, 'A Lenda de Beowulf' não tem nada! O filme é baseado no poema épico anglo-saxônico 'Beowulf', e toda a fantasia, dirigida por Robert Zemeckis (Forrest Gump e O Náufrago), rende um bom entretenimento.
Zemeckis, conhecido por inovar em seus filmes (Uma Cilada Para Roger Rabbit e O Expresso Polar), usa em Beowulf uma técnica interessante chamada 'Performance Capture', que consiste em capturar a ação dos atores nos míminos detalhes para depois transpô-los em animação. É inegável que a inovação deixa o filme interessante e curioso mas, tenho certeza que o produto final seria ainda melhor se a tal técnica não fosse empregada - afinal, quem não prefere ver uma Angelina Jolie real à uma Jolie 'computadorizada'?
Repleto de imagens bonitas, 'A Lenda de Beowulf' é um filme que convence. Passa longe de ser excelente, todavia, é diversão garantida para quem gosta, e até pra quem não gosta do gênero. Li outra crítica por aí dizendo que Beowulf (Ray Winstone) não era um 'herói' carismático, e não se identificava nem um pouco com o público ao ponto de fazer o espectador torcer ou ficar nervoso com o seu destino. Particularmente, eu discordo completamente. Além de achar que Winstone teve uma bela atuação como Beowulf, me identifiquei sim com a personagem vivida por ele. Tudo bem, ele é rústico, troglodita e mal educado, mas no final das contas até que acaba sendo simpático.
Só para situar um pouco o leitor, Grendel é um demônio que aterroriza a pequena cidade reinada por Hrothgar (Anthony Hopkins). Com isso, o rei estipula uma recompensa para quem o matar: é aí que surge Beowulf e sua trupe. Eles conseguem matar o demônio mas, enfurecida, a mãe de Grendel (Angelina Jolie) surge para tentar vingança. A trama ainda conta com algumas revelações surpreendentes, que me fazem duvidar se o filme que a senhora crítica viu foi o mesmo que eu vi e adorei.
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Minha Nota: 7.8

Onde os Fracos Não Tem Vez (No Country for Old Men, 2007)

Por Bruno Pongas
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O que você faria se encontrasse uma maleta cheia de dinheiro no meio do deserto? É aí que começa uma caçada intensa pelo meio-oeste americano, tônica de Onde os Fracos Não Tem Vez (No Country For Old Men).
A trama, dirigida pelos irmãos Ethan e Joel Coen, não chega a ser uma obra prima do cinema mas, sem dúvida nenhuma, é um grande filme.
Com um enredo muito bem trabalhado, a história começa com uma pequena narrativa feita por Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones), xerife local, contando um pouco sobre como era a vida no passado. Com foco na violência, Bell diz que, antigamente, um policial sequer precisava andar armado. Mas o filme mostra um olhar um tanto quanto apocalíptico a respeito da violência, pois o xerife se torna uma pessoa desiludida com as mudanças mostradas pelo desenrolar da trama.
Após a pequena introdução, são apresentados os dois personagens principais. O 'mocinho' é o caçador Llewelyn Moss (Josh Brolin) e o vilão, personagem muito bem trabalhado por sinal, é Anton Chigurh (Javier Barden). É inevitável dizer que os dois irão se cruzar em algum momento da história, só que isso ainda demora um pouco para acontecer. Moss, como caçador de ofício, segue sua rotina até que, em um belo dia, encontra carros e muitas pessoas mortas em meio ao deserto. Ao se aproximar, se depara com uma grande quantidade de drogas em um dos carros (provavelmente as mortes foram fruto de uma negociação que falhou). Mais adiante, ele encontra outro homem morto, esse com uma maleta cheia de dinheiro. O caçador, pouco bobo, não pensa duas vezes e leva a grana para casa, mesmo tendo a consciência de que viriam atrás dele. Ao mesmo tempo, o psicótico Chigurh, que assusta apenas pelo olhar e pela cara de maluco, é enviado para recuperar o dinheiro. É incrível como Barden foi transformado num personagem altamente assustador - com certeza ficará marcado com um dos maiores vilões da história da telona.
Repleto de mortes, sangue e com diálogos excelentemente trabalhados (como exemplo, a cena onde Chigurh faz seu joguinho de cara ou coroa), Onde os Fracos Não Têm Vez é uma grande trama, com certeza merecedora do Oscar de melhor filme. A película fica marcada por ótimas atuações; do caçador, interpretado por Josh Brolin, e principalmente pela do psicopata interpretado por Javier Barden. O filme também chama a atenção por nos trazer uma visão pessimista a respeito da violência e dos tempos que vivemos hoje em dia.
Premiações: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Javier Barden), Melhor Roteiro Adaptado. Indicado ainda à Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Edição de Som. Ganhou também dois Globos de Ouro nas categorias Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro.
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Minha Nota: 8.5

domingo, 29 de junho de 2008

Sex and the City (Sex and the City, 2008)

Por Alessandra Marcondes

Antes de mais nada, um aviso: os trechos a seguir foram escritos por uma fã ensandecida da série (que ficou, aliás, ligeiramente nervosa com a quantidade de críticas negativas que leu por aí).

O título 'Sex and the City' em rosa piscante sugere que o espectador vá encontrar algo parecido com um pornô feminino, de mulheres vivendo aventuras sórdidas e picantes. O que os leigos não sabem é que a protagonista Carrie (Sarah Jessica Parker) desmente esse rótulo ao longo de 6 temporadas quando diz que sua coluna de jornal trata sobre AMOR, e sexo é apenas um (importante) complemento. Por mais que o longa dedique seus primeiros minutos a ambientar os não-fãs - que foram parar na sessão porque o ingresso para Homem de Ferro estava esgotado, ou porque a namorada obrigou -, é impossível entender o que o filme pretende sem acompanhar o seriado. Aqui fica então a minha dica: se não conhece, não assista, e páre de falar mal por aí se não sabe nem do que está falando! {Quem disse que jornalismo é imparcial?!}.
O filme se consagrou como uma continuação feliz, pois o final da série deixa o espectador querendo muuuito mais: a história de Carrie e Big (Chris Noth) finalmente dá certo, mesmo, jura? Qual é a cara da criança chinesa que Charlotte (Kristin Davis) adota? Miranda (Cynthia Nixon) e Samantha (Kim Cattrall) deixaram de lado sua imagem de mulheres independentes para ceder aos relacionamentos estáveis? É fato que o ritmo do longa é bastante diferente das primeiras temporadas vistas na TV, mas ninguém gostaria de assistir, por dez anos, a história de mulheres imutáveis que terminam a saga do mesmo jeito que começaram.
Assim como na vida real, na casa dos 40/50 as personagens diminuem o ritmo das relações sem compromisso para finalmente encontrarem o amor. Tá, ficou conto de fadas demais para o meu gosto. Os obstáculos dramáticos, que estão bem próximos da vida da maioria das mulheres reais (que se indentificam com a série exatamente por seu caráter verdade-nua-e-crua) não deixam que o filme tenha um final feliz tão facilmente.
De qualquer forma, tudo é uma delícia: me senti encontrando velhas amigas das quais não tinha notícias faz tempo. A trilha sonora está aprovada por completo, especialmente as variantes para a famosa música de abertura dos episódios. O figurino, mesmo criticado pela estilista mal-agradecida Vivienne Westwood (foi a mais homenageada na trama), salta aos olhos de qualquer mocinha com uma queda para a moda. Como se não bastasse, Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por Dreamgirls) incrementa o elenco, interpretando Louise, assistente de Carrie.
Permanece a sensibilidade tão bem elaborada, o humor cínico, a força feminina... e a impressão de estar assistindo de uma só vez uma temporada inteira e totalmente nova (o filme tem quase duas horas e meia de duração).
Para quem nos acha um bando de mulherzinhas fúteis, aaaah, meu bem: você não sabe como é difícil ser mulher, muito menos o prazer que sentimos na combinação roupas-amigas-namorado, sem ter vergonha de ser feliz.
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Dizem que nada dura pra sempre
Sonhos mudam, tendências vêm e vão...
Mas as amizades nunca saem de moda.

Wall-E (WALL·E, 2008)

Por Bruno Pongas
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A Pixar, vencedora de três Oscars de melhor animação (Procurando Nemo 2004, Os Incríveis 2005 e Ratatouille 2007), estreou na última sexta-feira a sua mais nova aventura. Trata-se do divertido e inteligente Wall-E, dirigido por Andrew Stanton.
Como não assisti nenhuma das animações anteriores, fica difícil dizer se o novo filme da Pixar é melhor ou não do que elas. Entretanto, pelo que vi hoje no cinema, posso dizer com todas as letras que é um excelente filme e uma ótima diversão. Um produto muito inteligente, dirigido tanto para o público infantil quanto para os adultos, já que aborda um tema interessante, que vai além de um desenhinho bonitinho e fofo. Por trás da superprodução há algo a ser passado.
A história passa-se em uma era distante, mais especificamente no ano de 2700. Lá, o mundo foi soterrado pelo lixo produzido pela humanidade. Sem alternativas para o caos, a única solução foi promover um cruzeiro intergalático de luxo em uma estação espacial. Enquanto os humanos passavam suas 'férias' no cruzeiro sendo otimamente cuidados por robôs-faz-tudo, uma tropa de outros robôs, chamados de Wall-E (Waste Allocation Load Lifters - Earth Class, Levantadores de Cargas Desnecessárias da Terra, em português), são encarregados de dar um trato no planeta. Todavia, os simpáticos robôzinhos não conseguem dar conta da tarefa, e aos poucos vão pifando. O único que sobra, cria paulatinamente sua própria personalidade e começa a viver sozinho pelo mundo tentando em vão dar um jeito nele. Só que, o rumo da história muda quando Wall-E conhece Eve, uma robô mais evoluida que é lançada no planeta de tempos em tempos a procura de indícios de que se possa voltar a ter vida na Terra. O resto eu não vou contar para não estragar o prazer de quem pretende ver. A única coisa que eu asseguro é que vale muito a pena sentar numa sala de cinema, mesmo sendo num Sábado à noite, para prestigiar a animação.
A parte ruim fica por conta de que somente em alguns (poucos) cinemas a cópia exibida é a legendada. Não que a dublagem seja ruim ou estrague o filme, até porque a animação tem cerca de apenas 15 minutos de diálogo, mas convenhamos que assistir o título original é bem mais legal.
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Minha Nota: 9.0

terça-feira, 24 de junho de 2008

Eu Sou a Lenda (I Am Legend, 2007)

Por Roberto Camargo

Will Smith é o maior astro do mundo. Acompanho seu trabalho desde a série The Fresh Prince of Bel-Air, Um Maluco no Pedaço aqui no Brasil. Crescer junto com sua meteórica carreira foi um privilégio, uma vez que pude acompanhar grandes sucessos, como Independence Day, a série Bad Boys e Inimigo do Estado. Apesar de enfileirar ótimos títulos, Eu sou a Lenda não está na lista das melhores películas do ator.
O enredo nos traz uma Nova York modificada, uma selva de asfalto, prédios e plantas. Esse retrato passa-se três anos após a descoberta da cura do câncer. A suposta cura acabou virando uma epidemia que matou a grande maioria da humanidade. Os poucos que sobreviveram sofreram algum tipo de mutação que faz com que tenham aversão ao sol, sintam gosto pela carne humana e ganhem mais força e agilidade. Ou seja, para nossa civilização ocidental, transformaram-se em vampiros (embora tenham aparência de zumbis).
Robert Neville (Will Smith) é imune a esse vírus e incorpora o papel do último homem na face da terra. No meio da história podemos ver flashes sobre sua vida logo antes do surto. Instantes antes de isolarem a cidade. Pouco antes de se separar de sua família, para nunca mais vê-los.
A refilmagem do clássico dirigida por Francis Lawrence tropeça em sua proposta de mostrar a solidão do protagonista, transformando essa solidão em um marasmo para o espectador. Não posso tirar seus méritos por mostrar precisamente a loucura de um solitário ou a inércia de um mundo sem pessoas para interagirem, mas um filme inteiro no formato de monólogo não é o que se pode chamar de atraente. Exceção para a interpretação de Smith, que consegue, só em cena, arrancar risos ou causar drama a quem o está assistindo.
Destaque também para a “interpretação” da fiel escudeira de Neville, a cadela Sam. Uma curiosidade para nós brasileiros é a participação da atriz verde e amarela Alice Braga (Cidade de Deus, Cidade Baixa). O que ela faz ou deixa de fazer, quem é ou o que é, isso não me convém contar. Fica aqui o convite para você assistir.
Mas se quiser entretenimento bom de verdade, recomendo-lhes Hancock, que sairá agora em julho e conta também com todo o talento de Will, além do roteiro de super-herói mais original de todos os tempos.

sábado, 21 de junho de 2008

O Melhor Amigo da Noiva (Made of Honor, 2008)

Por Roberto Camargo
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O que você faria se um moleque fantasiado de Bill Clinton invadisse seu quarto, deitasse na sua cama e te chamasse de Monica? Você se tornaria o melhor amigo dele! Esse é o início da ótima comédia romântica O Melhor Amigo da Noiva.A história continua 10 anos depois do inusitado primeiro encontro descrito acima. Tom (Patrick Dempsey) é um desses solteirões convictos que criam até regras como não repetir a mesma mulher por duas noites seguidas. Hannah (Michelle Monaghan) é sua melhor amiga, moça linda, engraçada e companheira que leva a palavra relacionamento muito mais a sério que Tom.Os dois levam uma vida perfeita juntos. Saem sempre que têm algum tempo livre, dividem e adivinham a sobremesa um do outro e são confidentes. Talvez essa seja a concepção de vida perfeita para Tom, uma vez que tem cérebro com a amiga e peitos com as outras que coleciona por noite. Não é ideal para Hannah, que pensa em se casar por estar na beira dos 30.O quadro muda quando ela viaja por 6 semanas para a Escócia e ele fica órfão de sua melhor amiga. O protagonista começa a perceber o quanto foi cego durante os últimos 10 anos e descobre que está, ou melhor, é apaixonado pela moça. A comédia nasce aqui.Quando volta, a amiga traz na bagagem um exemplar da nobreza escocesa. E um anel de noivado. As notícias ruins não param de chegar, culminando na de que o casamento do recém-formado casal está marcado para poucas semanas. Mas ainda havia tempo para a pior notícia de todas. Tom ainda seria convidado para ser a “primeira madrinha” de Hannah... A partir daí, o plano do bonitão foi tentar convencê-la de que um foi feito para o outro como madrinha, já que não sairia do lado dela desempenhando essa função.Há boas piadas espalhadas pelo filme, como a humilhação masculina sofrida por Dempsey no vestiário pelo concorrente ou os esbarrões no garçom ou a prova de lingerie de Monaghan. Nota também para a direção de Paul Weiland e participação especial de Sydney Pollack, como o pai de Tom.O Melhor Amigo da Noiva desponta como uma das melhores comédias românticas do ano. Sua fórmula é manjada, mas o ritmo da narrativa faz com que você acabe torcendo pelo sucesso de Dempsey. Embora você saiba o final desde a primeira cena, vale a pena apostar nesse conto de fadas moderno, que nos mostra que o amor ainda existe e que pode estar bem ao seu lado.

P2 - Sem Saída (P2, 2007)

Por Bruno Pongas
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P2 - Sem Saída é mais um dos filmes que eu já assisti faz um bom tempo. Tinha ido ao cinema ver um outro filme que não me recordo muito bem agora, e passou o trailler do P2. Achei empolgante e assustador ao mesmo tempo; foi o suficiente para fazer eu voltar ao cinema na semana seguinte.
Só que, o filme dirigido por Frack Khalfoun é mais um daqueles filmes que tem um trailler empolgante, que faz você ir até o cinema para prestigiar a película, mas que seu produto final deixa um pouco a desejar.
A história gira em torno de Angela Bridges (Rachel Nichols), uma executiva ávida por promoção que resolve ficar até mais tarde trabalhando na véspera do natal. Como em todo filme de terror, algo dá muito errado para a personagem não conseguir voltar para casa. É ai que entra Thomas (Wes Bentley - Beleza Americana), segurança do estacionamento do prédio onde Angela trabalha. Como tudo dá sempre errado com a mocinha, ela se direciona à seu carro para voltar para casa, e para a surpresa (Ou não) de todos, seu carro decide não pegar no tranco. Thomas oferece ajuda e simpaticamente até convida a moça a passar a véspera de natal em sua humilde residência, que é no próprio estacionamento. A partir daí começa uma verdadeira caça pelo estacionamento no melhor estilo Tom & Jerry.
P2 não chega a ser um grande filme. Segue os moldes da maioria das películas de terror/suspense; aquela fórmula na qual o protagonista passa por poucas e boas durante quase toda a história e no final acaba se dando bem. É daqueles que acaba passando batido pela memória por não ser marcante em nenhum sentido. Não é digno de se lembrar por ser um péssimo filme, mas, também está a anos luz de ser algo bom.
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Minha Nota: 6.0