Will Smith é o maior astro do mundo. Acompanho seu trabalho desde a série The Fresh Prince of Bel-Air, Um Maluco no Pedaço aqui no Brasil. Crescer junto com sua meteórica carreira foi um privilégio, uma vez que pude acompanhar grandes sucessos, como Independence Day, a série Bad Boys e Inimigo do Estado. Apesar de enfileirar ótimos títulos, Eu sou a Lenda não está na lista das melhores películas do ator.
O enredo nos traz uma Nova York modificada, uma selva de asfalto, prédios e plantas. Esse retrato passa-se três anos após a descoberta da cura do câncer. A suposta cura acabou virando uma epidemia que matou a grande maioria da humanidade. Os poucos que sobreviveram sofreram algum tipo de mutação que faz com que tenham aversão ao sol, sintam gosto pela carne humana e ganhem mais força e agilidade. Ou seja, para nossa civilização ocidental, transformaram-se em vampiros (embora tenham aparência de zumbis).
Robert Neville (Will Smith) é imune a esse vírus e incorpora o papel do último homem na face da terra. No meio da história podemos ver flashes sobre sua vida logo antes do surto. Instantes antes de isolarem a cidade. Pouco antes de se separar de sua família, para nunca mais vê-los.
A refilmagem do clássico dirigida por Francis Lawrence tropeça em sua proposta de mostrar a solidão do protagonista, transformando essa solidão em um marasmo para o espectador. Não posso tirar seus méritos por mostrar precisamente a loucura de um solitário ou a inércia de um mundo sem pessoas para interagirem, mas um filme inteiro no formato de monólogo não é o que se pode chamar de atraente. Exceção para a interpretação de Smith, que consegue, só em cena, arrancar risos ou causar drama a quem o está assistindo.
Destaque também para a “interpretação” da fiel escudeira de Neville, a cadela Sam. Uma curiosidade para nós brasileiros é a participação da atriz verde e amarela Alice Braga (Cidade de Deus, Cidade Baixa). O que ela faz ou deixa de fazer, quem é ou o que é, isso não me convém contar. Fica aqui o convite para você assistir.
Mas se quiser entretenimento bom de verdade, recomendo-lhes Hancock, que sairá agora em julho e conta também com todo o talento de Will, além do roteiro de super-herói mais original de todos os tempos.
O enredo nos traz uma Nova York modificada, uma selva de asfalto, prédios e plantas. Esse retrato passa-se três anos após a descoberta da cura do câncer. A suposta cura acabou virando uma epidemia que matou a grande maioria da humanidade. Os poucos que sobreviveram sofreram algum tipo de mutação que faz com que tenham aversão ao sol, sintam gosto pela carne humana e ganhem mais força e agilidade. Ou seja, para nossa civilização ocidental, transformaram-se em vampiros (embora tenham aparência de zumbis).
Robert Neville (Will Smith) é imune a esse vírus e incorpora o papel do último homem na face da terra. No meio da história podemos ver flashes sobre sua vida logo antes do surto. Instantes antes de isolarem a cidade. Pouco antes de se separar de sua família, para nunca mais vê-los.
A refilmagem do clássico dirigida por Francis Lawrence tropeça em sua proposta de mostrar a solidão do protagonista, transformando essa solidão em um marasmo para o espectador. Não posso tirar seus méritos por mostrar precisamente a loucura de um solitário ou a inércia de um mundo sem pessoas para interagirem, mas um filme inteiro no formato de monólogo não é o que se pode chamar de atraente. Exceção para a interpretação de Smith, que consegue, só em cena, arrancar risos ou causar drama a quem o está assistindo.
Destaque também para a “interpretação” da fiel escudeira de Neville, a cadela Sam. Uma curiosidade para nós brasileiros é a participação da atriz verde e amarela Alice Braga (Cidade de Deus, Cidade Baixa). O que ela faz ou deixa de fazer, quem é ou o que é, isso não me convém contar. Fica aqui o convite para você assistir.
Mas se quiser entretenimento bom de verdade, recomendo-lhes Hancock, que sairá agora em julho e conta também com todo o talento de Will, além do roteiro de super-herói mais original de todos os tempos.
3 comentários:
Gostei bastante do 'Eu sou a lenda', pelo visto mais do que o Betinho! hehehe
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Minha nota: 8.0
Alessandra:
O maior astro do mundo? Que exageeeero, senhor Betinho!
De qualquer forma, achei que o filme explora muito mais a atuação do Will Smith do que "MIB" ou "Um maluco no pedaço".
Depois de "À procura da Felicidade", o ator mostrou que consegue ir além de arrancar risos da platéia com piadinhas imbecis, então adoreeeei o lance de ele levar o filme "Eu sou a Lenda" praticamente sozinho.
E você achou um marasmo? Pôxa vida, quer mais ação do que as partes que ele fica de frente com os zumbis? Achei uma ótima mistura de gêneros!!
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